Re:abuso obstétrico

Sílvia Roque Martins 08-05-2011
À anónima, mãe de um bebé de 4 meses, quero deixar, antes de mais, uma palavra de compaixão, porque sei exactamente aquilo por que está a passar. Quero deixar ainda uma palavra de esperança, porque a revolta e reconhecimento do abuso de que foi alvo são o primeiro passo para a sua pacificação. Gostaria muito que acreditasse que é possível resgatar o bocadinho de maternidade que lhe roubaram, se acreditar que pode voltar a vivê-lo num 2º parto, por mais remota e improvável que lhe parece agora esta possibilidade. Acredite que um parto não é aquilo que lhe impuseram. Um beijinho. Sílvia.

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